Menos Educação, mais Corrupção

Speakers' Corner - Augusto Küttner de Magalhães

 

Olhando o “momento”, parece demasiado fácil intuir-se, que os países mais educados – instrução e não só – são menos corruptos que os restantes. Uma população educada, instruída, culta mais dificilmente acata “poderosos” muito corruptos – e estes sabem-no – e o “todo “não se quer deixar envolver em incessantes esquemas que envolvem tudo e todos, e criam a degradação total do Estado, do País e da maioria da sua População. A América do Sul e Central, grande parte se não todo o Continente Africano, bastantes países Asiáticos, onde os níveis gerais de instrução/cultura são muito baixos, estão a “rebentar de corrupção e corruptos. Na Europa, havendo evidentemente corrupção – qualquer humano a dado ponto se vende! – no Sul e no Leste temos mais casos que a Norte, logo não é um Continente incorrupto, mas menos corrupto por “regiões” que muitas outras partes do Planeta!

Claro que em termos de futuro a Europa cristalizou, mas “isto” sendo gravíssimo é outra temática! Nos países mais corruptos a nível global, existem – intencionalmente –, parâmetros muito baixos de instrução/cultura, e só umas minorias muito minoritárias” acedem a padrões elevados, por norma fora dos seus países. E, são quem controla, domina tudo e todos, e deixa as banalidades de “formatação ínfima e toda igual” aos “outros”. Impendido o acesso a educação, e a tudo o que esta implicitamente acarta! E claro, se uns quantos, poucos, se apoderam “indevidamente “ dos valores de todos, estes não têm como “saber ter” saúde, educação, cultura, bem-estar, mínimos de qualidade de vida.

Assim, a corrupção e a implícita não educação “abundam” nos países “politicamente centralizadores”, ditos socialistas, bem como nos demasiado os liberais de direitas, onde as elites se auto-valorizam, cada uma à sua maneira e as maiorias são banalizadas Logo, quanto menos educação geral houver mais corrupção existe, e o ciclo não vai estagnar até por ser do interesse de uns quantos e seus apaniguados ou sucessores que assim continue. A Internet, as novas formas de informação, as muitas investigações sobre muitos casos de corrupção local e mundial, não estão a dar o resultado esperado e continua-se a falar muito, e a nada ou muito pouco, mudar. Talvez seja o tempo de parar para pensar, como alterar este estado de desatino em que nos encontramos, ou não! E vamos criando mais corruptos poucos, e menos educados, muitos! Até ao limite!

 

© Augusto Küttner de Magalhães, 16/05/2016